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:: CEM ANOS DE MORTE MACHADO DE ASSIS
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DADOS BIOGRÁFICOS

Machado de Assis (Joaquim Maria M. de A.), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.

Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência. Foi criado no morro do Livramento. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1854, com 15 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto "À Ilma. Sra. D.P.J.A.", no Periódico dos Pobres, número datado de 3 de outubro de 1854.

Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1858, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 60, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, a Semana Ilustrada e o Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.

O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial.

Em agosto de 69, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. Foi companheira perfeita durante 35 anos.

O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. No ano seguinte, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência.

Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiúva), em folhetins, o romance A mão e a luva. Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O Cruzeiro, A Estação, Revista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Uma de suas peças, Tu, só tu, puro amor, foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita.

De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. Em 1880, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis - Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.

Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. Do grupo de intelectuais que se reunia na Redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a idéia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.

A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais (1901). Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.

A obra de Machado de Assis foi, em vida do Autor, editada pela Livraria Garnier, desde 1869; em 1937, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: Contos e crônicas (1958); Contos esparsos (1956); Contos esquecidos (1956); Contos recolhidos (1956); Contos avulsos (1956); Contos sem data (1956); Crônicas de Lélio (1958); Diálogos e reflexões de um relojoeiro (1956).

Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura e encabeçada pelo presidente da Academia Brasileira de Letras, organizou e publicou, também pela Civilização Brasileira, as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes, reunindo contos, romances e poesias desse escritor máximo da literatura brasileira.

Cronologia 

1839 - Nasce a 21 de junho, no Rio de Janeiro, Joaquim Maria Machado de Assis, filho legítimo de Francisco José de Assis e Maria Leopoldina Machado de Assis, moradores no morro do Livramento, ele brasileiro, da mesma cidade, ela portuguesa, da Ilha de São Miguel. Pelo pai, descendia de pardos forros. Pouco se sabe de sua infância: cedo perdeu a mae e a única irmã; foi amparado, até o segundo casamento do pai, pela madrinha, senhora abastada. Morto Francisco José, ficou em companhia da madrasta, Maria Inês. Quer a tradição que tenha sido auxiliar do culto na igreja da Lampadosa.

1855 - De 12 de janeiro desse ano, data da publicação de seu primeiro poema, Ela, até 3 de maio de 1861, colabora na Marmota Fluminense de Paula Brito.

1856 - Admitido como aprendiz de tipógrafo na Tipografia Nacional, exerce o ofício até 1858.

1858 - Encontra no Padre Antônio José da Silveira Sarmento, cura da Capela de S. João Batista, do palácio imperial de São Cristóvão, um professor gratuito. Passa a revisor de provas de Paula Brito, em cuja livraria terá servido também como caixeiro. De 11 de abril desse ano até, pelo menos, 26 de junho do seguinte, escreve em O Paraíba, de Petrópolis. Por esse tempo auxilia o escritor francês Charles de Ribeyrolles na tradução de O Brasil Pitoresco. De 25 de outubro desse ano até, pelo menos, 1 de março de 1868, colabora, com bastante irregularidade, no Correio Mercantil, do qual fora revisor de provas.

1859 - Estréia como crítico teatral na revista O Espelho; nela figura, com produções várias, do n.1, de 4 de setembro desse ano, ao n.18, provavelmente o último, de 1 de janeiro de 1860.

1860 - Convidado para redator do Diário do Rio de Janeiro, que, em segunda fase, reaparece em 25 de março, exerce o lugar até março de 1867. Esporadicamente, escreve ainda no Diário até 30 de julho de 1869. De 16 de dezembro desse ano até, pelo menos 4 de julho de 1875, inclui-se entre os redatores de A Semana Ilustrada, que surge naquela data.

1861 - Publica Desencantos (comédia) e Queda que as Mulheres tem para os Tolos (sátira em prosa).

1862 - Admitido, a 31 de dezembro, como sócio do Conservatório Dramático Brasileiro, exerce as funções de auxiliar da censura. De 15 de setembro desse ano até 1 de julho do seguinte, figura em todos os números da revista O Futuro.

1863 - Publica o Teatro de Machado de Assis, volume que se compõe de duas comédias, O Protocolo e O Caminho da Porta. De julho desse ano a dezembro de 1878, com interrupção em 1867 e 1868, é constante a sua colaboração no Jornal das Famílias, ao qual dá de preferência contos.

1864 - Vai até a Barra do Piraí, trecho então recente da Estrada de Ferro D.Pedro II. Publica seu primeiro livro de versos, Crisálidas.

1866 - Publica Os Deuses de Casaca (comédia). Publica no Diário do Rio de Janeiro a sua tradução do romance Os Trabalhadores do Mar, de Victor Hugo, que aparece em volume no mesmo ano.

1867 - Agraciado com a Ordem da Rosa, no grau de cavaleiro. Nomeado, a 8 de abril, ajudante do diretor do Diário Oficial, exerce o cargo até 6 de janeiro de 1874.

1868 - Em carta de 18 de fevereiro, José de Alencar lhe apresenta o jovem Castro Alves.

1869 - Casa-se, a 12 de novembro, com Carolina Augusta Xavier de Novais, moça portuguesa havia pouco chegada ao Brasil, onde residiam seus irmãos.

1870 - Começa, a 23 de abril, a publicar no Jornal da Tarde uma tradução, logo interrompida , do romance Olivier Twist, de Dickens. Publica Falenas (versos) e Contos Fluminenses.

1871 - É nomeado, a 4 de janeiro, membro do Conservatório Dramático, recentemente reorganizado.

1872 - Publica Ressurreição (romance). Faz parte do Comissão do Dicionário Marítimo Brasileiro

1873 - Publica Histórias da Meia-Noite e a tradução de Higiene para uso dos Mestres-Escolas, do Dr. Gallard. É nomeado, a 31 de dezembro, primeiro-oficial da Secretaria de Agricultura, Comércio e Obras Públicas.

1874 - De 26 de setembro a 3 de novembro, publica, em O Globo, o romance A Mão e a Luva, editado no mesmo ano.

1875 - Publica Americanas (versos)

1876 - De julho desse ano a abril de 1878, escreve em todos os números da revista Ilustração Brasileira. De 6 de agosto a 11 de setembro, publica em O Globo o romance Helena, editado no mesmo ano. É promovido, em 7 de dezembro, a chefe de seção da Secretaria de Agricultura.

1878 - De 1 de janeiro a 2 de março publica, em O Cruzeiro, o romance Iaiá Garcia, editado no mesmo ano. Sua colaboração nesse jornal continua até 1 de setembro. Entra, a 27 de dezembro, em licença, e segue, doente, para Friburgo, onde fica até março de 1879.

1879 - De junho desse ano a dezembro do seguinte, escreve na Revista Brasileira (fase Midosi), e nela publica, entre outros trabalhos, o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas (15 de março a 15 de dezembro de 1880). De 15 de julho desse ano até, pelo menos, 31 de março de 1898, es creve na revista A Estação, onde publica, entre outros trabalhos, o romance Quincas Borba (15 de junho de 1886 a 15 de Setembro de 1891).

1880 - Entra, a 6 de fevereiro, em licença de um mês, por estar sofrendo dos olhos. Designado, a 28 de março, oficial-de-gabinete do Ministro da Agricultura, Manuel Buarque de Macedo, exerce as mesmas funções com o sucessor deste, Pedro Luís Pereira de Sousa. É representada, no teatro de D. Pedro II, a comédia Tu só, tu, Puro Amor..., por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. Foi publicada, em volume, no ano seguinte.

1881 - Publica em volume as Memórias Póstumas de Brás Cubas. De 18 de dezembro desse ano até 28 de fevereiro de 1897, escreve com assiduidade na Gazeta de Notícias; esporádica, a sua colaboração alcança o número de 2 de junho de 1904. Entre outras seções, redige "A Semana" (crônicas).

1882 - Publica Papéis Avulsos (contos). Entra, a 5 de janeiro, em licença de três meses, para tratar-se fora do Rio.

1884 - Publica Histórias sem Data.

1886 - Sai o volume Terras, Compilação para Estudo, por ele redigido.

1888 - É elevado a oficial da Ordem da Rosa. Desfila, a 20 de maio, no préstito organizado para celebrar a Abolição.

1889 - É promovido, em 30 de março, a diretor da Diretoria de Comércio, na Secretaria da Agricultura.

1890 - Vai, em companhia de Carolina e dos Barões de Vasconcelos, visitar as fazendas da Companhia Pastoril Mineira, em Sítio e Três Corações. De carta sua deprende-se não ter sido esta a única viagem que fez a Minas.

1891 - Publica em volume o Quincas Borba.

1892 - Passa, em 3 de dezembro, a diretor-geral do Ministério da Viação.

1895 - De dezembro desse ano a outubro de 1898, escreve na Revista Brasileira (fase Veríssimo).

1896 - Publica Várias Histórias. Aclamado, em 15 de dezembro, para dirigir a primeira sessão preparatória da fundação da Academia Brasileira de Letras, tem parte preponderante na criação desse instituto que preside até morrer.

1898 - É posto em disponibilidade, no dia 1 de janeiro, em virtude da reforma no Ministério da Viação. Volta ao Ministério, como secretário do Ministro Severino Vieira. Exerce depois as mesmas funcões com Epitácio Pessoa e Alfredo Maia.

1899 - Publica Dom Casmurro (romance) e Páginas Recolhidas (contos, ensaios, teatro).

1901 - Publica Poesias Completas.

1902 - Reverte à atividade, em 18 de novembro, como diretor da Secretaria da Indústria, no Ministério da Viação. É transferido, a 18 de dezembro, para diretor-geral de Contabilidade do mesmo Ministério.

1904 - Publica Esaú e Jacob (romance). Segue em janeiro para Friburgo, com a esposa enferma. A 20 de outubro morre Carolina, dias antes de completarem 35 anos de casados.

1906 - Publica Relíquias de Casa Velha (contos, crítica, teatro).

1908 - Publica o Memorial de Aires (romance). Entra, a 1 de junho, em licença para tratamento de saúde. Na madrugada de 29 de setembro, as 3 h. 20 m, morre em sua casa, a Rua Cosme Velho, 18; é enterrado, segundo determinação sua, na sepultura de Carolina, jazigo perpétuo 1359, Cemitério de São João Batista.

Relação de biografias

ABREU, Modesto de. Machado de Assis. Rio de Janeiro: Norte, 1939. 86 p. No propósito do autor, o livro objetiva “meditar e interpretar toda a vasta obra de Machado de Assis, através de trinta volumes que na verdade valem quantitativamente pelo dobro; comparar e comentar as obras e os opúsculos a que a complexa obra deu causa; reconstituir e explicar os episódios mais característicos da sua vida pública e particular “.

ALMEIDA, Heloísa Lentz de. A vida amorosa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Central, 1939. 94 p. Objetiva ser, nas palavras da autora, “uma espécie de filmagem dos perfis femininos que, profunda ou superficialmente, impressionaram o nosso maior romancista”. Apóia - se em notícias de jornais, em obras do autor e “na complacência de muitos amigos do casal Machado de Assis”.

BARBOSA, Francisco de Assis. Machado de Assis em miniatura. São Paulo: Melhoramentos, 1957. 64 p. Objetiva, segundo o autor, “recompor a fisionomia moral e intelectual do criador de Dom Casmurro”. O roteiro é seletivo: registra 39 obras sobre o escritor.

BELLO, José Maria. Retrato de Machado de Assis. Rio de Janeiro: A Noite, 1952. 319 p. Estilo e ironia de Machado de Assis.

FONSECA, Manuel José Gondim de. Machado de Assis e o hipopótamo. Uma revolução biográfica. 6.ed. e última, de tiragem limitada. Rio de Janeiro: São José, 1974. 328 p. Fundamenta-se assumidamente numa óptica psicanalítica de base freudiana. No Prefácio, critica asperamente as biografias publicadas por Alfredo Pujol e Lúcia Miguel Pereira. Disponível para consulta na biblioteca da Academia Brasileira de Letras.

GRINBERG, Keila, Grinberg, Lucia e Almeida, Anita Correia Lima de,. Para conhecer Machado de Assis. 2005. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editor, 124 páginas.

MAGALHÃES JUNIOR, Raymundo. Vida e obra de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981. 4 volumes. Objetiva, assumidamente, “evocar, com maior rigor cronológico e com mais ampla documentação, a vida e a obra de Machado de Assis, sua formação intelectual e o meio em que desenvolveu sua atividade”.

MAGALHÃES JUNIOR, Raimundo. A Juventude de Machado de Assis. Revista Brasileira de Cultura. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Cultura, 11, 1972, p. 119-25.
MAGALHÃES JUNIOR, Raimundo. Machado de Assis desconhecido. 2 ed. ref., aum. e corr. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1955. "Levantamento de alguns aspectos da vida e da obra do autor que permaneciam obscuros ou ignorados, e um esforço no sentido de ampliar algumas das pesquisas já iniciadas, mas não aprofundadas, por vários dos seus comentadores e biógrafos" (prefácio do autor).
MAGALHÃES JUNIOR, Raimundo. Machado de Assis, funcionário público: no Império e na república. Rio de Janeiro: Ministério da Viação e Obras Públicas - serviço de documentação, 1958.

MASSA, Jean-Michel. La Bibliothèque de Machado de Assis. Revista do Livro. Rio de Janeiro: INL, 21-22, mar/jun, 1961, p. 195-238.
MASSA, Jean-Michel. A juventude de Machado de Assis. 1839-1870. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971. O autor polemiza com os biógrafos que o antecederam.

MATOS, Mário. Machado de Assis. O homem e a obra. Os personagens explicam o autor. São Paulo: Nacional, 1939. Objetiva, nas palavras do prefácio, “tratar mais do escritor do que do homem” , “ traçar a biografia psicológica do autor de Brás Cubas”, “ buscar as causas dos fatos e discipliná-las”. Esgotado. Disponível na biblioteca da Academia Brasileira de Letras.

MEYER, Augusto. Machado de Assis. 3. ed. Rio de Janeiro: Presença; Brasília: INL, 1975.

MONTELLO, Josué. Machado de Assis. Rio de Janeiro. Verbo, 1972. 136 páginas.
MONTELLO, Josué. O Presidente Machado de Assis nos papéis e relíquias da Academia Brasileira 2.ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1986. 402 p. Revela aspectos novos e originais, amplamente fundamentados, em relação à biografia do escritor.
MONTELLO, Josué. Os inimigos de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998. 408 p. A vida e a e obra do escritor através das relações com a crítica. Amplamente ilustrada com fotos e fac-similes de documentos.
MONTELLO, Josué. Memórias Póstumas de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.

MOTTA, Arthur. Bio-bibliografia de Machado de Assis. In: Revista da Academia Brasileira de Letras. nº 147. Integra os “Perfis acadêmicos”, por ele elaborado, dos escritores pertencentes ao quadro de membros efetivos e a galeria dos respectivos patronos da Academia Brasileira de Letras.


PAULA-FREITAS, Luis. Perfil de Machado de Assis. Terceira edição. Rio de Janeiro, Âncora, 1947. Primeira edição, Oficina gráfica de O Globo, 1939. 96 páginas.

PEREIRA, Lúcia Miguel. Machado de Assis. Estudo crítico e biográfico. 6.ed. revista. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 1988. 1.ed.: 1936.


PIZA, Daniel. "Machado de Assis, um gênio brasileiro". SP: Imprensa Oficial/EDUSP, 2005.

PONTES, Eloy. A vida contraditória de Machado de Assis. RJ: J. Olympio, 1939. 328 p.

PUJOL, Alfredo. Machado de Assis. 2.ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1934. 1.ed. do mesmo ano. Consta de sete conferências integrantes de um curso ministrado na Sociedade de Cultura Artística de São Paulo entre 29 de novembro de 1915 e 16 de março de 1917. Alia dados biográficos e crítica literária.

VIANNA FILHO, Luís. A vida de Machado de Assis. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1989. 1.ed. 1965. Busca, nas palavras do autor, “fixar principalmente o homem, a fim de melhor entender o escritor”.


WERNECK, Maria Helena. O Homem Encadernado: Machado de Assis na escrita das biografias. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1996.

XAVIER, Lindolfo. Machado de Assis no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Editora Brasílica, 1940. 111 pg.

Obras Publicadas

Poesias

CRISÁLIDAS: Musa Consolatrix; Visio; Quinze Anos; Stella; Epitáfio do México; Polônia; Erro; Elegia; Sinhá; Horas Vivas; Versos a Corina; Última Folha; Lucia; O Dilúvio; Fé; A Caridade; A Jovem Cativa; No Limiar; Aspiração; Cleópatra; Os Arlequins (Sátira); As Ondinas (Noturno de H. Heine); Maria Duplessis (A. Dumas Filho); As Rosas; Os Dois Horizontes; Monte Alverne; As ventoinhas; Alpujarra.Rio de Janeiro: B;L;Garnier, 1864.

FALENAS: Flor da Mocidade, Quando ela fala; Manhã de Inverno; La Marchesa de Miramar; Sombras; Ite Missa est; Ruínas; Musa de Olhos verdes; Noivado; A Elvira; Lágrima de Cera; Livros e Flores; Pássaros; O Verme; Um Vieux Pays; Luz entre Sombras; Lira Chinesa; Uma Ode de Anacrionte;Pálida Elvira; Prelúdio; Visão; Menina e Moça;, No Espaço; Os Deuses da Grécia; Cegonhas e Rodovalhos; A um Legista; Estânicas a Ema; A Morte de Ofélia. Rio de Janeiro: B.L.Garnier, 1870.

AMERICANAS: Potira; Niâni; A Cristã-Nova; José Bonifácio; A Visão Jaciúca; A Gonçalves Dias; Os semeadores; A Flor do Embiruçu; Lua Nova; Sabina; Última Jornad;, Os Orizes, Cantiga do Rosto Branco. Rio de Janeiro: B.L.Garnier, 1875.

OCIDENTAIS: O Desfecho; Círculo Vicioso; Uma Criatura; Artur de Oliveira; Enfermo; Mundo Interior; O Corvo (Edgar Poe); Perguntas sem Resposta; To be or not to be; Lindóia; Suave Mari Magno; A Mosca Azul; Antônio José; Espinosa; Gonçalves Crespo; Alencar; Camões; José de Anchieta; Soneto de Natal; Os Animais Iscados da peste; Dante; A Felício dos Santos; Maria; A uma Senhora que me pediu versos; Clódia; Velho fragmento; No Alto.

O ALMADA (Poema Herói-Cômico) em 8 Cantos: Advertência; Canto Primeiro; Canto II; canto III, Canto IV, Canto V, Canto VI, Canto VII, Canto VIII.

DISPERSAS: A Palmeira; Ela; Teu Canto; Um Anjo; Minha Musa; Cognac !; Minha Mãe; O Sofá; Vai-Te;Álvares d´Azevedo; Reflexo; A Morte no Calvário; Uma Flor? – Uma Lágrima; Condãi; A Augusta; Soneto Circular; Ícaro; Coração Perdido;Fascinação; O Casamento do Diabo; Hino Patriótico; A Cólera do Império; Daqui deste Âmbito Estreito; A Francisco Pinheiro Guimarães; À Memória do Ator Tasso; No Álbum do Sr. Quintela; Versos; Soneto; Naquele eterno azul; Daí à obra de Marta um pouco de Maria; Relíquia Íntima; A Derradeira Injúria; Réfus; Entra Cantando; Apolo ! ; A Guiomar; Prólogo do Intermezzo (H. Heine); A Carolina; Soneto (no Álbum da Rainha D. Amélia); A Francisca. Carolina. Poesia São Sebastião do Rio de Janeiro: Philobiblion, 1957. Poesias completas (Crisálidas, Falenas, Americanas, Ocidentais). Rio de Janeiro: H. Garnier, 1901. Rio de Janeiro: H.Garnier, 1902.Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1924. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1944. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1946. Rio de Janeiro: W.M.Jackson editores, 1950. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1953, nessa edição foi incluído o soneto " A Carolina" . São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / INL, 1975. (Edições críticas de obras de Machado de Assis. Comissão Machado de Assis).

Em Antologias

BANDEIRA, Manuel. Antologia dos poetas brasileiros da fase romântica. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1937. 2º edição, revisão de Aurélio Buarque de Holanda. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro-INL, 1949.

Antologia dos poetas brasileiros da fase parnasiana, 2A edição, revisão de Aurélio Buarque de Holanda. Rio de Janeiro: INL, 1951.

Obras primas da lírica brasileira; notas de Edgard Cavalheiro. São Paulo: Martins, 1957.

BRAGA, Teófilo. Parnaso português moderno... Lisboa: Francisco Arthur da Silva editora, 1877.

CAMPOS, Milton de Godoy. Poesias brasileiras, antologia. São Paulo: Editora Leia, 1960. Coleção Miniatura.

CARDOSO, Nuno Catharino. Cancioneiro da saudade e da morte, poetisas e poetas portuguêses e brasileiros. Edição do autor destinada a Portugal. Impressão de Manuel Lucas Torres, s.d.

CAVALHEIRO, Edgard. Panorama da poesia brasileira, vol. II, o romantismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1959.

OS CEM SONETOS, com prefácio de Mayer Garção. Lisboa: Imprensa Nacional, 1920.

COUTINHO, Frederico dos Reis. As mais belas poesias patrióticas e de exaltação ao Brasil. Rio de Janeiro: Editora Vecchi, 1954.

DUQUE-ESTRADA, Osório. Parnaso infantil. Rio de Janeiro. Papelaria Vênus, 1925.
Tesouro poético brasileiro, coletânea das melhores poesias nacionais. 1750-1900, 2A edição. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1926.

FLEIUSS, Max. Férias. Antologia dos atuais escritores brasileiros. Rio de Janeiro: Tip. Bernard Freres, 1897.

Antologia Brasileira. Lisboa: Livraria Central de Gomes de Carvalho, 1902.

FREIRE, Laudelino. Pequena edição dos sonetos brasileiros, 122 sonetos, 122 retratos. Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1929.

Sonetos brasileiros, séculos XVII-XX. Rio de Janeiro: Oficina Politécnegráfica de M. Orosco & C. 1904.

HADDAD, Jamil Almansur. História poética do Brasil. São Paulo: Editorial Letras Brasileiras, s.d.

As obras-primas da poesia religiosa brasileira. São Paulo: Martins, 1954.

JORGE, J.G. de Araújo. Os mais belos sonetos que o amor inspirou. Rio de Janeiro: Ed. Vecchi, 1961.

LIBÓRIO, J. de Albuquerque. Tesouro poético em 5 tomos. Petrolina, Pernambuco: Oficina d´O Farol, 1938.

LISBOA, Henriqueta. Antologia poética para a infãncia e a juventude. Rio de Janeiro: INL, 1961.

NOGUEIRA, Júlia. Poesia nossa. Rio de Janeiro: Gráfica Laemmert, 1954.

OLIVEIRA, Alberto de. Os cem melhores sonetos brasileiros. Rio de Janeiro: Freiras Bastos, 1944.


JOBIM, Jorge. Poetas brasileiros. Rio de Janeiro: Garnier, 1922.

OLIVEIRA, José Osório de. Líricas brasileiras, séculos XIX e XX. Lisboa: Portugália editora,.s.d.

ORICO, Osvaldo. A saudade brasileira. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1940.

PINHEIRO, Luiz Leopoldo Fernandes. Musa das Escolas; coleção de poesias de poetas brasileiros e portuguêses do século XIX. Rio de Janeiro: Garnier, s.d..

PITTA, Odete F. e CESAR, Daniel E. A . Poesias seletas. São Paulo: Imprensa Methodista, s.d.

QUENTAL, Antero de. Tesouro poético da infância. Pôrto: Ernesto Chardron, 1883.

REZENDE, Edgard. Os mais belos sonetos brasileiros. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1946.

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Teatro

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Quase Ministro. Comédia em 1 ato. Tipografia da Escola do Editor Serafim José Alves. Rio de Janeiro, 1864.

Teatro. Tipografia do Diário do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1863. Contém as peças: O Caminho da Porta / O Protocolo.

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Tu, só tu, puro amor... Lombaerts e Cia. Rio de Janeiro, 1881. Biblioteca Nacional. RJ, 1980.

Teatro Completo. Coligido por Mario de Alencar. H. Garnier Livreiro-Editor. RJ, 1910.

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Teatro Completo. W. M. Jackson Inc. Editores. Rio de Janeiro, 1937.

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Teatro. Editora Mérito. São Paulo, 1959.

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Teatro de Machado de Assis. FARIA, João Roberto. Rio de Janeiro, Martins Fontes, 2003.
 
Crônica

Machado de Assis - seleção de crônicas por Salete de Almeida Cara. RJ: Global, 2003.

Bons Dias! (1888-1889). Introdução e notas de John Gledson. SP: Hucitec; Unicamp, 1990.

Crônicas de Lélio. Organização, prefácio e notas de Raimundo Magalhães Junior. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1958.

1º volume (1859-1888). W.M.Jackson Inc. Editores, RJ/SP/Porto Alegre, 1937.
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2º volume (1859-1888). W.M.Jackson Inc. Editores, RJ/SP/Porto Alegre, 1937.
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3º volume (1859-1888). W.M.Jackson Inc. Editores, RJ/SP/Porto Alegre, 1937.
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Romance

Ressurreição. Romance
Rio de Janeiro: B.L.Garnier, 1872. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1905. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1917. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1920. Rio de Janeiro: Livraia Garnier, 1925. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1938. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1942. Rio de Janeiro: W. M. Jackson Inc. Editores, 1947. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1950. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1952. São Paulo: Clube do Livro, 1954. São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Organização e notas de Massaud Moisés, São Paulo, Cultrix, 1960. Prefácio de H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro, Sedegra, 1960. SP, Saraiva, 1962. RJ, Tecnoprint Gráfica, s.d.Biografia de M. Cavalcanti Proença. Introdução de Afrânio Coutinho. Rio de Janeiro, Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1967. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / INL, 1975. Edições críticas de obras de Machado de Assis. Comissão Machado de Assis. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Lisboa, Universitária Editora, 1999.

A Mão e a Luva. Romance
Rio de Janeiro: E. Gomes de Oliveira, 1874. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1907. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1922.Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1940.Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1950. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1952. São Paulo: Clube do Livro, 1953.São Paulo: Ed. Mérito, 1959. São Paulo: Saraiva, s.d. São Paulo: Edições O Livreiro, 1960.Prefácio de H. Pereira da Silva. Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Organização e notas de Massaud Moisés. São Paulo: Ed. Cultrix, 1960. São Paulo: Saraiva, 1967. Biografia de M. Cavalcanti Proença. Introdução de Afrânio Coutinho. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, 1968. São Paulo: Ática, 1977. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / INL, 1975. Edições críticas de obras de Machado de Assis. Comissão Machado de Assis. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Lisboa, Universitária Editora, 1999. Rio de Janeiro, Ediouro, 1999.

Helena. Romance
Rio de Janeiro: B.L.Garnier, 1876. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1905. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1911. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1920. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1924. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1929. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1944. Condensado por Alfredo Pujol, in Hoje, n.75, 1944. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1946. São Paulo: Clube do Livro, 1947. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1950. São Paulo: W.M.Jackson, 1952. São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Prefácio por H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Organização e Introdução por Massaud Moisés,São Paulo: Cultrix, 1960. Rio de Janeiro: Empresa Gráfica Carioca, 1961 (em quadrinhos). São Paulo: Saraiva, 1961. Rio de Janeiro: Saraiva, s.d. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica,s.d. Edições de Ouro. Rio de Janeiro: Edições Biblos, 1963. São Paulo: O Livreiro, 1964. Biografia e notas por M. Cavalcanti Proença , Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1966. São Paulo: Saraiva, 1967. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1967. Lisboa. Ed. Europa-América, 1974. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Lisboa. Ed. Círculo de Leitores, 1979. Lisboa: Ed. Discolivro, 1983. Rio de Janeiro: Ediouro, 1988. Lisboa: Ed. Europa-América, 1991. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Lisboa, Universitária Editora, 1999. Rio de Janeiro, Ediouro, 1999.

Iaiá Garcia, Romance
Rio de Janeiro: G. Vianna, 1878. Rio de Janeiro: Garnier, 1898. Rio de Janeiro: Garnier, 1919. Rio de Janeiro: Garnier, 1921. Rio de Janeiro: Garnier, 1925. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson,1946. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1950. São Paulo: Clube do Livro, 1951. São Paulo: Saraiva, 1952. São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Prefácio e revisão por H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Organização, introdução e revisão de Massaud Moisés, São Paulo: Ed. Cultrix,1960. São Paulo: Saraiva, 1962. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, 1963, Edições de Ouro. Biografia de M. Cavalcanti Proença, introdução e notas de Ivan Cavalcanti Proença, Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, 1968. São Paulo: Saraiva, 1971. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Rio de Janeiro – São Paulo: Editora Record, 1999. Ministério da Educação / FNDE. Lisboa, Universitária Editora, 1999. Erechim, R.G.S. Ed. Edelbra, 1999.

Memórias póstumas de Brás Cubas. Romance
Rio de Janeiro: Tipografia Nacional, 1881. Rio de Janeiro: Garnier, 1896. Rio de Janeiro: Garnier, 1899. Rio de Janeiro: Garnier, 1914. Rio de Janeiro: Garnier, 1921. Rio de Janeiro: Garnier, 1924. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: Cem Bibliófilos do Brasil, 1943, ilutração de Cândido Portinari. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1944. São Paulo: Clube do Livro, 1946. Prefácio de Augusto Meyer. Lisboa: Bertrand, 1957. Rio de Janeiro: Gráfica editora Nap. S. A., 1959. São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Organização e introdução por Massaud Moisés, São Paulo: Ed. Cultrix, 1960. Prefácio e revisão de H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, Comissão Machado de Assis, 1960. Rio de Janeiro: MEC, 1960. São Paulo: Saraiva, 1963. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1963. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, 1963. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. São Paulo: Ed. Moderna, 1984. Portugal: Bertrand, s.d. Porto, Livraria Chardron, 1985. Porto: Lello & Irmão, 1985. Lisboa, Dinalivro, 1987. Santiago do Chile, Editora América do Sul, 1988. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Lisboa, Universtária Editora, 1997. Rio de Janeiro – São Paulo: Editora Record, 1999. Ministério da Educação / FNDE. São Paulo, Ed. Ática, 1999. Erechim, RS. Ed. Edelbra, 1999. Belo Horizonte. M.G. Ed. Autêntica, 1999.

Quincas Borba. Romance
Rio de Janeiro: B.L.Garnier, 1891. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1896. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1899. Rio de Janeiro: Garnier, 1923. Rio de Janeiro: Garnier, 1926. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. São Paulo: Clube do Livro, 1944. Edição do Instituto de Divulgação Cultural, sem data. São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Organização e introdução de Massaud Moisés, São Paulo: Ed. Cultrix, 1960. Prefácio e revisão de H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, 1964. Bibliografia de Thiers Martins Moreira, Lisboa: Liv. Bertrand, s.d. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1969. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1973. Obras de Machado de Assis, v.7. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / INL, 1975. (Edições críticas de obras de Machado de Assis. Comissão Machado de Assis). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. (Edições críticas de obras de Machado de Assis, v. 14). Porto, Lello & Irmão Editores, 1984. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Rio de Janeiro – São Paulo; Editora Record, 1999. Ministério da Educação / FNDE. Lisboa, Universitária Editora, 1999. Erechim, R.G.S. Ed. Edelbra, 1999.

Dom Casmurro. Romance
Rio de Janeiro:H. Garnier, 1899. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1900. Rio de Janeiro: Garnier, (1913). Rio de Janeiro: Garnier, 1920. Rio de Janeiro: Garnier, 1924. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1938. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1946. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1949. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1950. São Paulo: Clube do Livro, 1950.Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1952. Lisboa: Bertrand, 1957. São Paulo: Clube do Livro, 1960. São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Prefaciado por H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Organização e introdução de Massaud Moisés, São Paulo: Ed. Cultrix, 1960. São Paulo: Ed. Cultrix, 1962. Rio de Janeiro: BUP, Biblioteca Universal Popular, 1964. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1964. Melhoramentos, 1966. Introdução de Ivan Cavalcanti Proença, estudo crítico de Afrânio Coutinho, Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1967. São Paulo: Edigraf. Ltda., s.d. São Paulo: Saraiva, s.d. Portugal: Liv.Bertrand, s.d. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / INL 1969. Edições críticas de obras Machado de Assis. Comissão Machado de Assis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Lisboa: Inquérito, 1984 (edição de acordo com texto fixado pelo Instituto Ncional do Livro). Porto: Lello & Irmão , 1984. São Paulo: Ed. Moderna, 1984. Madrid: Ed. Cátedra, 1991. São Paulo, Melhoramentos, 1995. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Lisboa, Universitária Editora, 1997. Lisboa: Ed. Europa-América, 1998. Rio de Janeiro – São Paulo: Editora Record, 1999. Ministério da Educação / FNDE. São Paulo, Ed. Ática, 1999. São Paulo, Ed. Ática, 2000.

Esaú e Jacob. Romance
Rio de Janeiro: H. Garnier, 1904. Rio de Janeiro: Garnier, 1904. Rio de Janeiro: Garnier, 1917. Rio de Janeiro: Garnier, 1920. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores,1944. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1946. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1950. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1952. São Paulo: Clube do Livro, 1956. São Paulo, Ed. Mérito, 1959. Prefácio de H. Pereira da Silva, Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. Organização e introdução de Massaud Moisés, São Paulo: Ed. Cultrix, 1961. Biografia e introdução de M. Cavalcanti Proença, Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1966. São Paulo: Saraiva, 1968. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977. Edições críticas de obras de Machado de Assis. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. Biografia, vocabulário, comentários e bibliografia por Letícia Malard. Lisboa, Universitária Editora, 1999.

Memorial de Aires. Romance
Rio de Janeiro: H. Garnier, 1908. Rio de Janeiro: Garnier, 1923. Rio de Janeiro: W.M.Jackson, 1937. Rio de Janeiro: W.M.jackson Editores, 1944. Rio de Janeiro: W.M.Jackson Editores, 1946. São paulo: Clube do Livro, 1949. São Paulo: Clube do Livro, 1949.Rio de Janeiro:W.H.Jackson Editores, 1952 São Paulo: Ed. Mérito, 1959. Rio de Janeiro: Sedegra, 1960. São Paulo: Ed. Cultrix, (organização do texto, revisão e notas por Massaud Moisés) 1961. Rio de Janeiro: Tecnoprint Gráfica, Edições de Ouro, 1966. São Paulo: Saraiva, s.d. Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1997. Lisboa: Ed. Universitária, 1997. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1988. São Paulo, Ed. Ática, 1999.

OBS: Em 1957, a W. M. Jackson Editores, editou no Rio de Janeiro a obra completa de Machado de Assis em 31 volumes.


Fonte: www.machadodeassis.org.br